23/04/2016
[RESENHA] Tokyo Ghoul A
17/02/2014
[RESENHA] Makai Ouji: Devils and Realist
Makai Ouji conta a História de William que é a reencarnação do antigo Rei Salomão. O problema é que há muitos tempo atrás, Salomão fez pacto com diversos demônios e foi incumbido de ser o responsável pela escolha do próximo governador do inferno enquanto Lúcifer está em estado de hibernação, sendo considerado o braço direito de lúcifer. Nos tempos atuais, em um internato da Inglaterra, diversos demônios aparecem para William para que um deles seja escolhido o novo imperador, o que deixará William louco da vida, pois ele se considera uma pessoa realista e não acredita em demônios ou qualquer evento sobrenatural, sempre arranjando uma solução realista para os problemas.
05/10/2013
[RESENHA] Zetsuen no Tempest
10/07/2013
Blood Lad: Quando vampiros são otakus
21/06/2013
[RESENHA] Persona 4: The Animation
16/01/2013
[RESENHA] Nisemonogatari
01/12/2012
[RESENHA] Natsuyuki Rendezvous
27/11/2012
[RESENHA] Binbougami-ga
03/08/2012
04/06/2012
[IMPRESSÕES] Another
20/11/2011
[RESENHA] Ao no Exorcist
31/10/2011
[RESENHA] BLOOD-C
25/03/2011
[RESENHA] Zombie Loan
09/03/2011
[RESENHA]Shiki
09/02/2011
[RESENHA]Claymore
06/11/2010
Dance in the Vampire Bund

Dance in the vampire Bund é uma série de anime, como diz o titulo, sobre vampires e foi exibida entre janeiro e março de 2010 e teve ao todo 12 episódios.
Minas Tepes é a rainha dos vampiros, apesar de sua aparencia ser como a de uma criança. Ela pretende construir o Vampire Bund (Cais vampiro) na cidade de Tokyo para que os seres de sua espécie possam viver em paz. Os vampiros passam a ser conhecidos por toda a população da terra graças a um programa de TV japonês, no qual discutia sobre o assunto, e onde Mina também faz a sua primeira aparição. Na busca de concretizar seu desejo ela conta com a ajuda de Akira Kaburagi, um rapaz que quando criança firmou uma promessa de que iria proteger para sempre uma garota desconhecida, a então rainha dos vampiros. Quando completasse 17 anos Akira seria obrigado a se juntar a sua mestra para protegê-la.
O anime tem um bom desenvolvimento. A qualidade da animação é razoável, nada muito exagerado, nem muito pobre. O modo como a narração é contada lembra um pouco de Maria Holic e Bakemonogatari, com cenas em slow e elementos reais, como objetos, cenários e afins.
O ritmo da história remete àqueles filmes de vampiros orientais de antigamente (ou nem tanto, não importando se é japonês, coreano, chinês, tailandês,) às vezes penso que estou assistindo um filmes daqueles, e não a um anime.
Os vampiros daqui, não são emos (vampire Knight), ou sanguinários (blood+) são tratados do lado mais humano possível. Mas é claro que como todo anime de vampiro, temos garras afiadas à mostra, um pouco de sangue e tal. O humor da série fica por conta do “preview” Do episódio seguinte, onde as empregadas de Mina, fazem algumas gracinhas.
Falando em pouco de sangue, não sei por que motivo, mas eu assisti a versão exibida pelo canal AT-X, famoso por exibir séries sem censura, mas ainda tem cenas que acabam por serem censuradas. Cenas que se fossem em outro anime apareceriam normalmente. Não sei bem o porquê desta censura em vampire bund.
As musicas e a trilha sonora são boas. A de abertura lembra, novamente, aqueles filmes orientais de vampiro. São umas baladinhas até que legais. As cenas de abertura e encerramento acabam por variar em alguns episódios, mas sempre mantendo a mesma musica. As cenas foram usadas tanto em encerramento quanto em aberturas. É legal ver como as mesmas cenas combinam com abertura e encerramento mudando apenas a musica de fundo.
Enfim, uma série com pouco ecchi, mas ele ainda está aqui, que vale a pena dar uma conferida para quem gosta de animes de vampiro e procura algo diferente, normal, não sei muito bem qual a palavra se aplica aqui. Se alguém souber, agradeço. =D
NOTA: 8,0
30/10/2010
Death Note

Death note se tornou um dos grandes hits por todo o mundo. Com o sucesso da serie e a pirataria virtual feita pelos fansubs, a série em menos de dois após sua exibição no Japão, foi licenciada por toda a América, chegando inclusive a ser transmitida no Brasil pelo canal animax, sendo um dos seus últimos suspiros com animações japonesas.
Death Note conta sobre um caderno que tem o poder de matar pessoas quando seu nome é escrito nele. Este caderno pertencia inicialmente a um shinigami (Deus da Morte, retratado na série como monstros mesmo, esqueça os quimonos de Ichigo e Cia.) que o deixou cair no mundo dos humanos. Pelo completo acaso, o jovem estudante Light Yagami, o numero 1 do Japão, encontra este caderno e após descobrir sobre seus poderes, resolve tornar o mundo um lugar melhor, sem qualquer tipo de criminoso, almejando se tornar o Deus de Um Novo Mundo. A policia japonesa começa a ficar incomodada com os assassinatos em série e contrata o famoso detetive L para ajudar na solução do caso. Começa então uma caçada entre Light e L, onde ambos tentam descobrir a identidade um do outro, e assim acabar com as mortes dos criminosos e revelar as suas identidades.
Death note foi produzido pelo estúdio MAD HOUSE (Devil May Cry, Chobits), que conseguiu fazer um excelente trabalho. O mangá surgiu nas páginas da Shounen Jump e conseguiu fazer um grande sucesso, mesmo o tema tratado (policial, adulto) não sendo foco da revista.
A trilha sonora fica por conta do grupo Nightmare, na primeira fase do anime, comandando a abertura e encerramento. Já a segunda fase ficou por conta de Maximum the Hormone, com um rock mais pesado. A trilha sonora em geral também é muito boa, com musicas que lembram os cantos de igreja, sempre dando uma sensação de paz, morte, sofrimento, calma. Misturando varias sensações em um mesmo episódio.
O anime possui ao todo 37 episódios e recomendo para quem estiver a fim de assistir uma série com uma ótimo desenho e excelente roteiro. O telespectador pode ficar cansado com a quantidade de diálogos que o anime possui, sendo que a ação demora a acontecer. O lado cômico da série fica por conta do shinigami Ryuuk que adora uma maçã e entra em crise de abstinência quando fica sem, com o seu humor bem peculiar.

25/10/2010
[RESENHA]Serial Experiments Lain

Serial Experiments Lain é mais um daqueles animes que tentam roubar o título de Evangelion de anime mais noiado já produzido. E num é que ele quase chegou lá?
Lain é uma garota que vive numa família um tanto quanto “diferente”. O pai é um programador viciado que não sai de frente do computador e vive só para trabalhar. A mãe é uma madame, e a irmã é avulsa a todos eles. Quando uma aluna da escola onde Lain estuda e suicida, mensagens de emails começam a chegar para todos os alunos com o nome da garota que havia se matado. Lain, como já não é muito normalzinha começa a meio que se comunicar com a garota através da Wired (seria a nossa Internet). A partir daí o anime segue uma história triste, complexa, aonde Lain vai descobrindo o espaço virtual, junto com esta garota que está morta.
O anime até que é bem clarinho para o tema tratado. As cenas são claras, com cores vivas. Nada de preto ou cenas escuras. A história lembra um pouco a vista em Boogieopop Phantom, onde não se consegue distinguir o que é real, ou não.
A musica de abertura foi interpretada por uma banda inglesa chamada BOA. Obviamente com a letra em inglês. A de encerramento, já é em japonês.
A série tem um clima pesado. As cenas quase que estáticas, os pouco diálogos, deixam um tom carregado, com um suspense, de forma que quem a assiste é convidado a esquecer de todo o mundo exterior, pois uma piscada de olhos pode ser fatal para não entender mais a história. O anime é um silencio que só, talvez por isso o clima pesado. Aqui não temos aquelas musiquinhas de fundo, sendo que temos sequencias e sequencias de silencio puro, apenas a cena acontecendo, sem ter qualquer som. Confesso que ainda não entendi direito o final, por isso pretendo assisti-la de novo, acho que no ano vem, daí eu dou uma opinião mais concreta sobre esse anime.
O anime nos convida também a refletir sobre a relação que estamos construindo com a Internet. Jovens que só vivem para aquilo acabam se tornando escravos dentro da própria casa, pois não conseguem sair de frente de uma tela de computador, e acabam por prejudicar as relações com família, amigos e qualquer outro. Esquecem que existe um mundo real a ser vivido.
Para quem gosta de séries com um tema mais adulto, pesado, confuso, Lain é uma ótima opção.
NOTA: 8,0
































