06/11/2010

STAR DRIVER: primeiras impressões

Fazendo uma coisa diferente hoje. Vou falar das primeirass impressões que tive com os animes da nova temporada. Nesta temporada estou acompanhando o STAR DRIVER e mais um outro aí, daí vou falar um pouco sobre o que achei dele. é quasde como que uma resenha mesmo. Aí vai:


Star Dive Kagayaki no Takuto é a nova série original de mechas do estúdio Bones! A série estreou na temporada de outono japonês Outubro de 2010 e substituiu Sengoku Basara Ni na rede MBS/TBS.

Em uma ilha em forma de cruz, um misterioso e gigantesco robô humanóide conhecido como o "Cybuddy", selado por incontáveis eras, é descoberto nas ruínas subterrâneas. Um grupo conhecido como a "Ordem da Estrela Brilhante" inicia tentativas de remover o selo sequestrando uma garota chamada Agemaki Wako que pode ser a chave para ativar o robô. Um garoto chamado Takuto Tsunashi chega com seu próprio Cybuddy, chamado Tauburn, para resgatar Wako e assim começa uma luta para desvendar os segredos dessa avançada tecnologia e evitar um desastre.

Tsunashi Takuto chega em uma escola nova, em busca de sonhos estudantis, onde pretende ter uma vida escolar super agitada com tudo a que tem direito. Ele chega na ilha depois de nadar todo o oceano, porque não queria perder a cerimônia de abertura. A ilha onde se localiza a escola é cercada de mistérios e Takuto parece ter algum relacionamento com tais mistérios. A ilha é protegida por 4 sacerdotisas, sendo que uma delas é quem salvou Takuto na praia. Na ilha existe uma mina abandonada onde é proibida a entrada de qualquer um. Dentro desta mina parece existir a base de operações de uma organização desconhecida, onde seus integrantes são convidados a pilotarem robôs em uma outra dimensão. Na verdade os membros acabam por enfrentar Takuto que já sabia da existência desata organização. Aos pilotos dessa organização se dá o nome de Star drive.

A história esta meio confusa ainda neste começo de série. Espero que mais para frente os mistérios sejam revelados. O começo não foi muito animador, com o anime estreando lá embaixo na lista dos mais assistidos, mas parece que agora pegou no tranco e segue firme mantendo bons índices. Afinal o anime passa no domingo a tarde, no horário que já foi ocupado por Gundam 00, FMA: Brotherhood.

A série tem uma animação excelente e trilha sonora também,como já é tradição do estúdio BONES que a cada temporada se torna ainda mais um dos melhores estúdio de animação, com a abertura cantada por Aqua Timez (duas aberturas em Bleach)

Dance in the Vampire Bund

Semana turbulenta, alto e baixos mas vamos aí com mais um resenha.


Dance in the vampire Bund é uma série de anime, como diz o titulo, sobre vampires e foi exibida entre janeiro e março de 2010 e teve ao todo 12 episódios.

Minas Tepes é a rainha dos vampiros, apesar de sua aparencia ser como a de uma criança. Ela pretende construir o Vampire Bund (Cais vampiro) na cidade de Tokyo para que os seres de sua espécie possam viver em paz. Os vampiros passam a ser conhecidos por toda a população da terra graças a um programa de TV japonês, no qual discutia sobre o assunto, e onde Mina também faz a sua primeira aparição. Na busca de concretizar seu desejo ela conta com a ajuda de Akira Kaburagi, um rapaz que quando criança firmou uma promessa de que iria proteger para sempre uma garota desconhecida, a então rainha dos vampiros. Quando completasse 17 anos Akira seria obrigado a se juntar a sua mestra para protegê-la.

O anime tem um bom desenvolvimento. A qualidade da animação é razoável, nada muito exagerado, nem muito pobre. O modo como a narração é contada lembra um pouco de Maria Holic e Bakemonogatari, com cenas em slow e elementos reais, como objetos, cenários e afins.

O ritmo da história remete àqueles filmes de vampiros orientais de antigamente (ou nem tanto, não importando se é japonês, coreano, chinês, tailandês,) às vezes penso que estou assistindo um filmes daqueles, e não a um anime.

Os vampiros daqui, não são emos (vampire Knight), ou sanguinários (blood+) são tratados do lado mais humano possível. Mas é claro que como todo anime de vampiro, temos garras afiadas à mostra, um pouco de sangue e tal. O humor da série fica por conta do “preview” Do episódio seguinte, onde as empregadas de Mina, fazem algumas gracinhas.

Falando em pouco de sangue, não sei por que motivo, mas eu assisti a versão exibida pelo canal AT-X, famoso por exibir séries sem censura, mas ainda tem cenas que acabam por serem censuradas. Cenas que se fossem em outro anime apareceriam normalmente. Não sei bem o porquê desta censura em vampire bund.

As musicas e a trilha sonora são boas. A de abertura lembra, novamente, aqueles filmes orientais de vampiro. São umas baladinhas até que legais. As cenas de abertura e encerramento acabam por variar em alguns episódios, mas sempre mantendo a mesma musica. As cenas foram usadas tanto em encerramento quanto em aberturas. É legal ver como as mesmas cenas combinam com abertura e encerramento mudando apenas a musica de fundo.

Enfim, uma série com pouco ecchi, mas ele ainda está aqui, que vale a pena dar uma conferida para quem gosta de animes de vampiro e procura algo diferente, normal, não sei muito bem qual a palavra se aplica aqui. Se alguém souber, agradeço. =D

NOTA: 8,0

01/11/2010

Tudo novo de novo

Halloween acabou, Dilma foi eleita, José Serra continua com aquela cara de "perdi de novo!". Mas enfim, hoje vim para mudar o logo do blog, ja que o halloween acabou. Tinha muito mais coisas que eu queria postar essa semana mas não deu certo. Com o tempo agora vou postar. Lambrando que amanha volta tudo ao normal com as postagens de resenhas as Terças e Sábados, fiquem ligados. É isso aí continuem sobrevivendo por mais esta semana! Fui!

30/10/2010

Death Note


Death note se tornou um dos grandes hits por todo o mundo. Com o sucesso da serie e a pirataria virtual feita pelos fansubs, a série em menos de dois após sua exibição no Japão, foi licenciada por toda a América, chegando inclusive a ser transmitida no Brasil pelo canal animax, sendo um dos seus últimos suspiros com animações japonesas.

Death Note conta sobre um caderno que tem o poder de matar pessoas quando seu nome é escrito nele. Este caderno pertencia inicialmente a um shinigami (Deus da Morte, retratado na série como monstros mesmo, esqueça os quimonos de Ichigo e Cia.) que o deixou cair no mundo dos humanos. Pelo completo acaso, o jovem estudante Light Yagami, o numero 1 do Japão, encontra este caderno e após descobrir sobre seus poderes, resolve tornar o mundo um lugar melhor, sem qualquer tipo de criminoso, almejando se tornar o Deus de Um Novo Mundo. A policia japonesa começa a ficar incomodada com os assassinatos em série e contrata o famoso detetive L para ajudar na solução do caso. Começa então uma caçada entre Light e L, onde ambos tentam descobrir a identidade um do outro, e assim acabar com as mortes dos criminosos e revelar as suas identidades.

Death note foi produzido pelo estúdio MAD HOUSE (Devil May Cry, Chobits), que conseguiu fazer um excelente trabalho. O mangá surgiu nas páginas da Shounen Jump e conseguiu fazer um grande sucesso, mesmo o tema tratado (policial, adulto) não sendo foco da revista.

A trilha sonora fica por conta do grupo Nightmare, na primeira fase do anime, comandando a abertura e encerramento. Já a segunda fase ficou por conta de Maximum the Hormone, com um rock mais pesado. A trilha sonora em geral também é muito boa, com musicas que lembram os cantos de igreja, sempre dando uma sensação de paz, morte, sofrimento, calma. Misturando varias sensações em um mesmo episódio.

O anime possui ao todo 37 episódios e recomendo para quem estiver a fim de assistir uma série com uma ótimo desenho e excelente roteiro. O telespectador pode ficar cansado com a quantidade de diálogos que o anime possui, sendo que a ação demora a acontecer. O lado cômico da série fica por conta do shinigami Ryuuk que adora uma maçã e entra em crise de abstinência quando fica sem, com o seu humor bem peculiar.



NOTA: 10,0

29/10/2010

Loja Otaku

pra quem um dia ganhar na Mega Sena, dá uma passadinha nessa loja. =D


Novo anime de Isshoni Training


A Primastea acaba de anunciar para o dia 24 de dezembro no Japão o lançamento do terceiro DVD da série Isshoni Training (Treinando junto), que se tornou popular com a idéia de dar aula de exercícios físicos como se estivesse treinando junto da personagem Hinako de 16 anos.

O novo episódio se chamará Isshoni Training 026 - bathtime with Hinako & Hiyoko (026 = ofuro = banheira) onde Hinako írá mostrar as boas práticas para se ter um bom banho. A novidade é a presença de uma nova personagem chamada Hiyoko, que aparecerá tomando banho junto com Hinako.

E pensando nas pessoas que tem dificuldade de levar o aparelho de televisão até a banheira, seguindo o conceito da série de "treinar junto", a Primastea teve a idéia de adicionar junto com o produto um cartão MicroSD contendo o mesmo vídeo do DVD, facilitando assim sua visualização na banheira através de algum aparelho portátil como celular, de preferência à prova de água.

via Anime Blade

Morre Takeshi Shudo, escritor de Pokémon






Takeshi Shudo, escritor da série Pokémon, faleceu ontem na cidade de Nara, sul do Japão. Shudo estava na estação de trem Nara quando sofreu um desmaio e foi encaminhado às pressas para um hospital próximo. O senhor de 61 anos foi diagnosticado com uma hemorragia cerebral e passou por cirurgia de emergência, mas não resistiu.


Takeshi foi o criador do anime Minky Momo e trabalhou em diversas produções de animes durante os anos 80 e 90. Em seguida, tornou-se escritor-chefe da série original de Pokémon para a televisão e escreveu os roteiros dos três primeiros filmes dos monstrinhos de bolso.
via Olhar Digital

25/10/2010

Novo anime do mesmo autor de YuYu Hakushô


Foi revelado durante o evento Jump Super Anime Tour 2010 que está sendo produzido o anime Level E adaptado de um antigo manga de Togashi Yoshihiro, o mesmo autor de Hunter X Hunter e YuYu Hakusho. Ainda sem previsão, a nova animação está sendo produzida pelo estúdio Pierrot (Bleach, Naruto) em conjunto com o estúdio David Production.

Level E é um manga de comédia dividido em diversas histórias de ficção científica que brincam com o tema alienígena. Depois de ter terminado YuYu Hakusho, Togashi Yoshihiro criou esta série em 1995 e terminou em 1997 com apenas três volumes. Somente depois dele é que foi criado Hunter X Hunter em 1998.

via AnimeBlade

[RESENHA]Serial Experiments Lain

Apesar dos contratempos aí está a resenha de hoje. (Até Meia-noite ainda é hoje =D)





Serial Experiments Lain é mais um daqueles animes que tentam roubar o título de Evangelion de anime mais noiado já produzido. E num é que ele quase chegou lá?

Lain é uma garota que vive numa família um tanto quanto “diferente”. O pai é um programador viciado que não sai de frente do computador e vive só para trabalhar. A mãe é uma madame, e a irmã é avulsa a todos eles. Quando uma aluna da escola onde Lain estuda e suicida, mensagens de emails começam a chegar para todos os alunos com o nome da garota que havia se matado. Lain, como já não é muito normalzinha começa a meio que se comunicar com a garota através da Wired (seria a nossa Internet). A partir daí o anime segue uma história triste, complexa, aonde Lain vai descobrindo o espaço virtual, junto com esta garota que está morta.

O anime até que é bem clarinho para o tema tratado. As cenas são claras, com cores vivas. Nada de preto ou cenas escuras. A história lembra um pouco a vista em Boogieopop Phantom, onde não se consegue distinguir o que é real, ou não.

A musica de abertura foi interpretada por uma banda inglesa chamada BOA. Obviamente com a letra em inglês. A de encerramento, já é em japonês.

A série tem um clima pesado. As cenas quase que estáticas, os pouco diálogos, deixam um tom carregado, com um suspense, de forma que quem a assiste é convidado a esquecer de todo o mundo exterior, pois uma piscada de olhos pode ser fatal para não entender mais a história. O anime é um silencio que só, talvez por isso o clima pesado. Aqui não temos aquelas musiquinhas de fundo, sendo que temos sequencias e sequencias de silencio puro, apenas a cena acontecendo, sem ter qualquer som. Confesso que ainda não entendi direito o final, por isso pretendo assisti-la de novo, acho que no ano vem, daí eu dou uma opinião mais concreta sobre esse anime.

O anime nos convida também a refletir sobre a relação que estamos construindo com a Internet. Jovens que só vivem para aquilo acabam se tornando escravos dentro da própria casa, pois não conseguem sair de frente de uma tela de computador, e acabam por prejudicar as relações com família, amigos e qualquer outro. Esquecem que existe um mundo real a ser vivido.

Para quem gosta de séries com um tema mais adulto, pesado, confuso, Lain é uma ótima opção.

NOTA: 8,0